segunda-feira, 18 de setembro de 2017

General Mourão confirma que pode haver intervenção sim..

General Antonio Hamilton Martins Mourão defendeu intervenção caso crise enfrentada pelo Brasil não seja resolvida pelas instituições


Brasília - O general do Exército da ativa Antonio Hamilton Martins Mourão falou por três vezes na possibilidade de intervenção militar diante da crise enfrentada pelo País, caso a situação não seja resolvida pelas próprias instituições. A afirmação foi feita em palestra realizada na noite de sexta-feira, na Loja Maçônica Grande Oriente, em Brasília, após o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciar pela segunda vez o presidente Michel Temer por participação em organização criminosa e obstrução de justiça. Janot deixou o cargo nesta segunda-feira.

A atitude do general causou desconforto em Brasília. Oficiais-generais ouvidos pelo Estado criticaram a afirmação de Mourão, considerada desnecessária neste momento de crise.



“Ou as instituições solucionam o problema político, pela ação do Judiciário, retirando da vida pública esses elementos envolvidos em todos os ilícitos, ou então nós teremos que impor isso”, disse Mourão em palestra gravada, justificando que “desde o começo da crise o nosso comandante definiu um tripé para a atuação do Exército: legalidade, legitimidade e que o Exército não seja um fator de instabilidade”.

O general Mourão seguiu afirmando que “os Poderes terão que buscar uma solução, se não conseguirem, chegará a hora em que teremos que impor uma solução… e essa imposição não será fácil, ela trará problemas”. Por fim, acrescentou lembrando o juramento que os militares fizeram de “compromisso com a Pátria, independente de sermos aplaudidos ou não”. E encerrou: “O que interessa é termos a consciência tranquila de que fizemos o melhor e que buscamos, de qualquer maneira, atingir esse objetivo. Então, se tiver que haver haverá”.

Procurado neste domingo, Mourão explicou, no entanto, que não estava “insuflando nada” ou “pregando intervenção militar” e que a interpretação das suas palavras “é livre”. Ele afirmou que falava em seu nome, não no do Exército.

Ao Estado, o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, foi enfático e disse que “não há qualquer possibilidade” de intervenção militar. “Desde 1985 não somos responsáveis por turbulência na vida nacional e assim vai prosseguir. Além disso, o emprego nosso será sempre por iniciativa de um dos Poderes”, afirmou Villas Bôas, acrescentando que a Força defende “a manutenção da democracia, a preservação da Constituição, além da proteção das instituições”.

Depois de salientar que “internamente já foi conversado e o problema está superado”, o comandante do Exército insistiu que, qualquer emprego de Forças Armadas, será por iniciativa de um dos Poderes. No sábado, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, conversou com o comandante do Exército, que telefonou para o general Mourão para saber o que havia ocorrido. O general, então, explicou o contexto das declarações.

Polêmicas anteriores

Esta não é a primeira polêmica protagonizada pelo general Mourão, atual secretário de economia e finanças do Exército, cargo para o qual foi transferido, em outubro de 2015, quando perdeu o Comando Militar do Sul, por ter feito duras críticas à classe política e ao governo.

Antes, ele já havia desagradado ao Palácio do Planalto, ao ter atacado indiretamente a então presidente Dilma Rousseff ao ser questionado sobre o impeachment dela e responder que "a mera substituição da PR( presidente da República) não trará mudança significativa no 'status quo'" e que "a vantagem da mudança seria o descarte da incompetência, má gestão e corrupção".

Neste domingo, ao ser procurado pelo Estado, o general Mourão disse que “não está insuflando nada” e que “não defendeu (a tomada de poder pelos militares), apenas respondeu a uma pergunta”. Para o general, “se ninguém se acertar, terá de haver algum tipo de intervenção, para colocar ordem na casa”. Sobre quem faria a intervenção, se ela seria militar, ele responde que “não existe fórmula de bolo” para isso. E emendou: “Não (não é intervenção militar). Isso não é uma revolução. Não é uma tomada de poder. Não existe nada disso. É simplesmente alguém que coloque as coisas em ordem, e diga: atenção, minha gente vamos nos acertar aqui e deixar as coisas de forma que o País consiga andar e não como estamos. Foi isso que disse, mas as pessoas interpretam as coisas cada uma de sua forma. Os grupos que pedem intervenção é que estão fazendo essa onda em torno desse assunto”.

Mourão estava fardado ao fazer a palestra. Ele permanece no serviço ativo no Exército até março do ano que vem, quando passará para a reserva. O general Mourão disse ao Estado que não vai se candidatar, apesar de existir página nas redes sociais sugerindo seu nome para presidente da República. “Não. Não sou político. Sou soldado”. 

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Fonte: Folha de São Paulo..
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quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Mulher algemada se solta e foge na viatura da polícia - veja o vídeo

Um vídeo divulgado pela polícia de Lufkin, no estado americano do Texas, mostra o momento em que uma mulher detida consegue se livrar das algemas e rouba a viatura no que seria o começo de uma perseguição policial. 

Nas imagens, Toscha Sponsler, de 33 anos, aparece imobilizada no gramado depois de uma denúncia de furto. 

Os agentes prenderam as mãos da americana, colocaram o cinto de segurança e a deixaram sozinha no banco de trás do carro.

Enquanto os policiais vasculhavam a bolsa de Toscha para devolver os bens furtados, a americana tirou o cinto, escorregou as mãos pelas algemas e se enfiou pela janela de vidro que separa o banco da frente para chegar ao volante. Durante a ação, um agente chega a vistoriá-la pela janela, mas não percebe que ela já estava solta.

Os agentes só perceberam que a mulher havia se libertado quando ela deu a partida com o veículo. A perseguição policial durou 23 minutos, e os veículos chegaram a alcançar a velocidade de 160 km/h, segundo o departamento. Os policiais bateram na traseira da viatura roubada para que Toscha perdesse o controle do carro.

De acordo com a polícia, a mulher quase atropelou dois policiais de Lufkin e um conselheiro de Huntington durante a perseguição. Os agentes que dirigiram atrás dela puderam ver as tentativas de Toscha de pegar uma arma que estava trancada dentro do carro.

A americana precisou receber atendimento médico ao bater com o carro, no sábado. Ela foi levada à cadeia do condado de Angelina e teve a fiança fixada em US$ 18 mil (R$ 56 mil). Toscha vai responder pela fuga, pela ameaça de causar ferimentos graves, agressão qualificada contra um agente público, posse de substância controlada e uso da viatura sem autorização.
Veja o vídeo


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Mulher é presa com 5kg de cocaína na Rodoviária Novo Rio - veja o vídeo

Jovem estava levando droga para Belo Horizonte


Uma mulher foi presa com 5,12kg de cocaína na Rodoviária Novo Rio nesta terça-feira. 

De acordo com a PM, Ceuames Mardelle Evelyn Leite de Jesus, de 23 anos, estava levando a droga do Rio para abastecer o tráfico em uma comunidade de Belo Horizonte, em Minas Gerais.


Os policiais do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE) encontraram os cinco tabletes de cocaína estavam escondidos dentro de uma mochila. 

A jovem foi levada para a Cidade da Polícia, onde a ocorrência foi registrada.



Veja o vídeo



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quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Foto de porco sorrindo ao ser resgatado de enchente viraliza na internet

Pequim - Uma foto de um porco sorrindo ao ser resgatado de uma enchente na região autônoma de Guangxi Zhuang, na China, viralizou na internet após ser compartilhada na rede social chinesa Weibo.



Um dos participantes do resgate confirmou a imprensa local, o registro foi feito na vila de Danliao em 17 de agosto deste ano, quando a região foi atingida por fortes chuvas, fazendo vários rios transbordarem.

A foto já rendeu diversos memes, com montagens envolvendo Donald Trump, Kim Jong-un e até mesmo o Batman.

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sábado, 29 de julho de 2017

O fracasso da “prostituição legal” na Holanda

Holanda aprende na prática que o Ilegal não prospera


Em 2000, o governo da Holanda decidiu legalizar a prostituição. A lógica parecia simples: dar segurança às mulheres e regularizar o que faziam como “profissão”. As coisas, no entanto, não saíram como o esperado.
Por Julie Bindel* — Há um conhecido quadro de comédia britânico que retrata dois policiais em Amsterdã, recostados em uma cadeira, se gabando de que não precisariam mais lidar com o crime de homicídio, porque o governo holandês já o tinha legalizado. A cena seria cômica, se não fosse trágica. Em 2000, o governo da Holanda decidiu facilitar a vida de cafetões, traficantes e apostadores, legalizando o já maciço e ostensivamente visível comércio de prostituição. A lógica era tão simples quanto enganadora: tornar as coisas mais seguras para todo mundo. Fazer disso um trabalho como qualquer outro. Uma vez que as mulheres estivessem livres do submundo, então, os bandidos, contrabandistas e traficantes de pessoas iriam cair fora.

Agora, doze anos depois, podemos ver os resultados desse experimento. Ao invés de proporcionar melhor proteção às mulheres, só fez aumentar o tráfico. Ao invés de confinar os bordéis a uma discreta (e evitável) parte da cidade, a indústria do sexo se espalhou por toda a Amsterdã — incluindo o meio da rua. Ao invés de receberem direitos no "ambiente de trabalho", as prostitutas descobriram que os cafetões são tão brutais como sempre foram. A união criada pelo governo para protegê-las tem sido recusada pela vasta maioria das prostitutas, que permanecem assustadas demais para reclamar.
Depois da legalização, os cafetões foram reclassificados como empresários e homens de negócios. Os abusos sofridos pelas mulheres são chamados agora de "acidentes de trabalho", como uma pedra caída no dedo de um construtor. O turismo sexual cresceu mais rápido em Amsterdã do que qualquer outro tipo de turismo: como a cidade se tornou o bordel da Europa, mulheres têm sido importadas da África, do Leste da Europa e da Ásia para satisfazer a demanda. Em outras palavras, os cafetões não só não foram embora, como ganharam legitimidade — a violência não só prevalece, como se tornou parte do trabalho, e o tráfico aumentou. O apoio para que as mulheres deixassem a prostituição ficou praticamente inexistente. A obscuridade inerente a esse trabalho não foi amenizada pela bênção da lei.

O governo holandês esperava exercer o papel de "cafetão honrado", tomando parte do rendimento de prostituição através de impostos. Mas só 5% das mulheres se registraram para a taxa, porque ninguém quer ser conhecida como prostituta — não importa o quão legal isso seja. A ilegalidade simplesmente tomou uma nova forma, com um aumento no tráfico, nos bordéis clandestinos e no lenocínio; com a fiscalização completamente fora de cena, ficou ainda mais fácil quebrar as leis que restaram. Prostituir mulheres de países que não pertencem à União Europeia, desesperadas por uma vida nova, continua ilegal, mas nunca foi tão fácil.
A legalização impôs casas de prostituição em áreas de toda a Holanda, queiram elas ou não. Mesmo se um município ou cidade se opõe ao estabelecimento de um bordel, ele deve permitir pelo menos um — não fazê-lo é ir contra o direito federal básico ao trabalho. Para muitos holandeses, a legalidade e a decência foram irreconciliavelmente divorciadas. Tudo foi um fracasso social, jurídico e econômico, e a loucura, finalmente, está chegando ao fim.
boom dos bordéis acabou. Um terço dos prostíbulos de Amsterdã foi fechado por envolvimento com o crime organizado e com o tráfico de drogas e devido ao aumento no tráfico de mulheres. 
A polícia agora reconhece que o famoso Distrito da Luz Vermelha — a zona de Amsterdã em que se concentram as casas de prostituição — se transformou em um centro global de tráfico humano e lavagem de dinheiro. 
As ruas estão infiltradas de gangues famintas à procura de jovens vulneráveis e vendendo-as como virgens que farão o que quer que sejam mandadas a fazer. Muitos dos envolvidos no comércio regular de turismo de Amsterdã — com os seus museus e canais — temem que os seus visitantes desapareçam juntamente com a reputação da cidade.
Eu estive lá recentemente com Roger Matthews, professor de Criminologia na Universidade de Kent e especialista renomado em tráfico sexual. Os políticos com quem ele conversou confessam que a legislação conseguiu piorar uma situação que já estava desagradável. Começa, então, um trabalho inútil de reparação, com mulheres que alugam vitrines em breve sendo obrigadas a registrar-se como prostitutas — uma medida tão inefetiva quanto a obrigação que elas têm de pagar impostos. Quando a falsa união governamental supostamente representando as mulheres fez um recrutamento maciço de associados após a legalização, apenas cem se filiaram, das quais a maioria eram strippers e dançarinas.
Ao invés de acabar com a corrupção do Distrito da Luz Vermelha, isso tornou a área mais decadente do que nunca — repleta de turistas sexuais bêbados agindo como olhadores de vitrine, apontando e rindo das mulheres que eles vêem. As mulheres da região atravessam as ruas com as cabeças baixas, tentando não ver as outras mulheres exibidas como pedaços de carne em um açougue. É possível ver homens entrando nos bordéis, tentando abaixar o preço do serviço, e outros saindo, enquanto fecham o zíper de seus jeans. Muitas das mulheres parecem muito jovens, todas entediadas, a maioria seminuas, sentadas em banquinhos com os celulares na mão.
Em nenhum outro lugar do mundo a prostituição de rua é legalizada, porque as pessoas não querem isso à vista. Onde há comércio sexual de rua, mulheres são abordadas no caminho de casa por apostadores e, frequentemente, camisinhas, parafernália de drogas e cafetões são visíveis. 

Mas a Holanda decidiu em 1996 que a prostituição de rua era uma forma decente de ganhar dinheiro e criou várias "zonas de tolerância" para homens alugarem com segurança a entrada do corpo feminino que desejarem por alguns poucos minutos.
Um dia depois de abrirem a zona de Amsterdã, mais de uma centena de residentes das redondezas tomaram as ruas em protesto. Levou seis anos para o prefeito admitir em público que o experimento tinha sido um desastre, um ímã para mulheres traficadas, traficantes de drogas e meninas menores de idade. Zonas em Roterdã, Haia e Heerlen foram fechadas em circunstâncias similares. 

A direção das mudanças é clara: a legalização será revogada. Ela não significou emancipação. Ao contrário, resultou no tratamento abusivo, desumano e degradante das mulheres, porque declara a compra e venda de carne humana aceitáveis aos olhos da lei. Enquanto o governo holandês é reformado e passa de cafetão a protetor, terá tempo para refletir no dano causado às mulheres envolvidas nesse calamitoso experimento social.
Fonte: The Spectator

COMENTÁRIO DO BLOG

AS MÚLTIPLAS FACES DO NIILISMO!
O relato acima de "legalizar" a prostituição é uma tentativa de corrigir uma distorção com outra pior, tentar libertar os visuais macabros que vão aos poucos tomando conta da Europa apóstata ao cristianismo, pois o recrudescimento das discórdias internas, as escaramuças entre forças de segurança e grupos terrorista acentuam-se em vários países, situações de nações subdesenvolvidas terceiro-mundistas!


A população acaba por ficar em meio ao fogo cruzado, vítima de si mesma pela irresponsabilidade de muitos ao não dispensarem boa formação cristã a seus filhos, e daí relativizados, aliarem-se e se associarem a esquemas ideológicos condutores de muitas nações para o abismo - nem sempre tão culpada ao todo por em muitos casos se omitirem os que deveriam zelar pela manutenção da fé no rebanho a eles confiado - os membros da hierarquia religiosa!


Os que estão no topo do poder são os retratos do que existe cá em baixo, e vice-versa!
Afinal, de dentro dessa sociedade alienada e massificada saíram os governantes que hoje entregam o país ao caos; a basearmos nos que "governam" o Brasil, os revolucionários do PT, nem tanto se difeririam dos procedimentos iníquos dos europeus, em perverterem a sociedade e a transformarem numa Babel!
Os fatos acima são os resultados de assimilação pelas mentes do esterco que é a ideologia marxista ou similares!
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sábado, 15 de julho de 2017

Aiatolá que prega a destruição de Israel visitará o Brasil

 O iraquiano Mohsen Araki é uma estrela do islã xiita. Dono do título de aiatolá, ele faz parte do círculo mais próximo líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, de quem é amigo pessoal desde a juventude. Araki desembarcará no Brasil na próxima semana para pregar em mesquitas e instituições patrocinadas pelo governo do Irã no Brasil. No sábado dia 29, ele proferirá uma palestra no evento “Os muçulmanos e o 


enfrentamento ao terrorismo radical”, que será em São Paulo, no Novotel Center 
Norte.

Uma ironia por Araki ser conhecido justamente por pregar a violência contra o que ele define como inimigos do islã.

Quando o ex-presidente Mahmoud Ahmadinejad pregou a destruição de Israel, ele estava apenas reproduzindo os discursos de Araki. Em várias oportunidades, o religioso pregou a destruição do Estado Israel. Durante um encontro com o secretário-geral do Hezbollah, Hassan Nasrallah, o aiatolá Araki definiu Israel como “um câncer que deveria ser extirpado do Oriente Médio”.


Em suas pregações, Araki acusa os Estados Unidos e os judeus de serem os responsáveis pelos problemas econômicos dos países islâmicos e das divisões existentes entre as várias correntes da religião islâmica. Em uma visita ao Líbano, ele sugeriu aos líderes do Hamas, o grupo terrorista que controla a Faixa de Gaza, uma união estratégica entre todos as organizações terroristas que atuam no Líbano e Palestina como forma de “banir Israel do mapa”, conforme publicado pela imprensa oficial iraniana.

Em sua página oficial no Facebook, o líder religioso não faz questão de esconder seus vínculos com o Hezbollah e suas posições extremistas. Resta saber se no Brasil ele reproduzirá esse mesmo discurso de ódio que ele propaga por onde passa.

O anfitrião de Araki no Brasil será o sheik iraquiano Taleb Khazraji, outra figurinha carimbada do Hezbollah na América Latina. Khazraji foi citado dos relatórios produzidos pelos investigadores do atentado contra a sede da Associação Mutual Israelita (AMIA), como sendo um dos interlocutores dos terroristas que explodiram a entidade em julho de 1994.

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quarta-feira, 28 de junho de 2017

Mulher Síria ri após levar tiro do Estado Islâmico

"Mulheres curdas não conhecem medo" 

imagens incríveis na cidade de Raqqa mostra franco-atiradora depois que uma bala vem a poucos centímetros de sua cabeça durante um tiroteio com o Estado Islâmico. 

Isso aconteceu na Cidade de Raqqa na Síria, mostra uma franco atiradora quando uma bala estoura a centímetros de sua cabeça. 

À medida que a bala ricocheta de uma parede ao lado dela ela sorri para seus colegas.. 

Este flagrante foi feito por um jornalista presente que afirmou que "as mulheres curdas não conhecem medo"


Este é o momento surpreendente que uma atiradora curda ri e mostra a língua depois que uma bala do Estado Islâmico passa a polegadas de sua cabeça 

Hemze Hamza compartilhou um vídeo no Twitter da mulher das Unidades de Proteção da Mulher envolvidas em um tiroteio na cidade de Raqqa. 

A mulher está espiando por uma borda dentro de um prédio, atirando em um alvo fora da câmera. Batalha de Sniper dentro da cidade de Raqqa. Agradeço a Deus o terrorista do ISIS perdeu (disse a muler). 

"As mulheres curdas não conhecem medo. Um humano normal ficaria assustado depois de estar tão perto da morte, mas ela continuou rindo. Muitas pessoas louvaram sua bravura na linha de frente. 

A Unidade de Proteção da Mulher, ou YPG, é a unidade armada do Partido da União Democrática na Síria e tem cerca de 7.000 membros. 

Longe de ter medo, a mulher ri e até empurra a língua quando percebe o quão perto ela veio ao desastre Em um instante, ela está quase atingida, com uma bala chegando perigosamente perto de sua cabeça e ricocheteando do lado da parede. Mas longe de parecer assustada ou abalada, ela ri de seus colegas, ela continua a conversa com eles como se nada acontecido.



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sexta-feira, 16 de junho de 2017

Rússia diz que pode ter matado líder do "Estado Islâmico"

O líder da organização jihadista "Estado Islâmico" (EI), Abu Bakr al-Baghdadi, pode ter morrido no último dia 28 de maio, em decorrência de um ataque aéreo russo nos arredores de Raqqa, na Síria, anunciou o Ministério da Defesa da Rússia nesta sexta-feira (16/06).
Abu Bakr al-Baghdadi não é visto em público desde que, há três anos, se proclamou "califa" do "Estado Islâmico"

"Segundo informações que recebemos por diversos canais, o líder do 'Estado Islâmico', Abu Bakr al-Baghdadi, estava numa reunião de chefes do EI atacada pela aviação russa e foi morto na ação", disse o ministério, que está investigando o caso para tentar confirmar a morte.

No ataque "também foram mortos outros líderes do grupo terrorista, integrantes do chamado conselho militar do EI, além de 30 comandantes de nível médio e cerca de 300 guerrilheiros", publicou a agência russa de notícias Sputnik, citando o Ministério da Defesa.

De acordo com Moscou, o ataque ocorreu quando os líderes do EI se reuniam para discutir a retirada do grupo de Raqqa, a capital não oficial da organização extremista. A Força Aérea russa bombardeou os jihadistas na madrugada de 28 de maio, depois que drones confirmaram o local e hora da reunião. 

Se o relato for confirmado, a morte de Baghdadi será um grande sucesso militar para Moscou, que vem executando uma campanha militar em apoio ao presidente da Síria, Bashar al-Assad, desde setembro de 2015.

O líder do EI não foi visto em público desde que se proclamou "califa" na cidade iraquiana de Mossul, há três anos. Nascido no Iraque e um dos homens mais procurados do mundo, Baghdadi já foi declarado ferido ou morto uma série de vezes.

EUA não confirmam morte

O porta-voz dos EUA para a coalizão que luta contra o "Estado Islâmico", Ryan Dillon, disse não poder confirmar as notícias da morte do líder extremista. "Não podemos confirmar estas informações neste momento", afirmou.

A aliança internacional apoia as Forças da Síria Democrática (FSD), grupo liderado por milícias curdas, que desde novembro do ano passado realiza uma ofensiva para expulsar o EI da província de Raqqa, bastião dos jihadistas na Síria.

A principal milícia curda na Síria, as Unidades de Defesa Popular (YPG), afirmou que não dispõe de informações sobre a suposta morte de Baghdadi. "Não tenho informação e não quero fazer nenhum comentário", disse à agência de notícias Efe, por telefone, o porta-voz das YPG, Nuri Mahmoud, cuja milícia é o componente mais importante das FSD.

As autoridades sírias também não confirmaram a suposta morte do líder do "Estado Islâmico".

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quinta-feira, 15 de junho de 2017

Militante do PT ataca Jornalista Alexandre Garcia em voo

 Militante que ofendeu o jornalista é ex-assessor da deputada Erika Kokay (PT-DF) e já foi preso por causa de ocorrência com o senador Aloysio Nunes
Imagens gravadas pelo rapaz e divulgadas nas redes sociais mostram que os ataques verbais ao jornalista começaram já na fila de embarque e seguiram até dentro do avião.

Acompanhado de uma mulher, Garcia segue em direção ao portão de embarque e não responde às críticas. Mesmo ignorado, o indivíduo continua com as provocações. “Como é ser golpista? 

Fala para a gente. Aqui não é a Rede Globo, não. Aqui é ‘no-filter’. Você pode falar o que você falar e a gente vai publicar sem edição. Como é compactuar com o sistema? Como é ser pelego de militar?”, pergunta Grassi, que continua falando, mas sem receber a atenção do jornalista. “Quis a história que a gente estivesse no mesmo voo”, ironiza.

você também vai soltar notinha se vitimizando igual à Miriam Leitão? Vocês que incentivam o ódio contra o PT, o PCdoB, contra a esquerda, vai ter mimimi também?”, gritava o rapaz. Garcia, que não respondeu às provocações, afirmou que o piloto disse que poderia tirar o rapaz do voo, mas que ele próprio não permitiu.

O manifestante acusa a Globo de promover o “ódio” contra a esquerda. “Vocês que incentivam o ódio contra o PT, contra o PCdoB, contra a esquerda.” No corredor em direção à aeronave, o manifestante filma a si próprio e se gaba da situação. “Imagina se vai dar merda”, diz, rindo.

Ao entrar no avião, um Boeing 737, o indivíduo posiciona-se atrás do jornalista começa a cantar gritos de guerra contra a Globo: “A verdade é dura. A Rede Globo apoiou a ditadura”. Garcia, em seguida, entra na cabine do piloto. A mulher que o acompanha diz ao militante que o comandante o chamou e adverte: “Cuidado, você pode perder o seu voo”.  “Eu ‘to tranquilão’ [sic]. Você está me ameaçando?”.

Alexandre Garcia responde aos ataques em voo
“Não deixei e posso dizer que esse rapaz voou graças a mim. Me deu um poder que eu não tenho. Não dei muita importância”, afirmou ao Estado.
Não se sabe se o rapaz que hostilizou Garcia é ligado a um partido, ao contrário do caso de Míriam, ofendida por militantes do PT que voltavam do Congresso do partido em Brasília.
“Acho que Freud explica esse tipo de atitude, isso é caso de psicanálise, não de política”, afirmou Garcia.

Histórico
 Grassi é conhecido na internet por suas atitudes ofensivas contra pessoas que têm opiniões divergentes às bandeiras defendidas pelo PT . 

O indivíduo, que é ex-assessor da deputada federal Erika Kokay (PT-DF), foi preso em 2014 pela polícia do Senado ao questionar o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) – 

que hoje é ministro das Relações Exteriores – sobre o suposto envolvimento do tucano em irregularidades em contratações do Metrô de São Paulo. 

O parlamentar se irritou com a pergunta e partiu para cima do blogueiro, que foi pego por seguranças da Casa.

Veja o vídeo



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