sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Presidente Temer decreta intervenção federal no Rio de Janeiro

Forças armadas comandará a segurança no Estado



O decreto que autoriza a intervenção federal na segurança pública do Estado do Rio de Janeiro foi assinado pelo presidente Michel Temer na tarde desta sexta-feira em Brasília. Participaram da cerimônia o governador do estado, Luiz Fernando Pezão, ministros e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia.



Veja a íntegra do decreto:

"O presidente da República, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso X, da Constituição,

Decreta:

Art. 1º Fica decretada intervenção federal no Estado do Rio de Janeiro até 31 de dezembro de 2018.

§ 1º A intervenção de que trata o caput se limita à área de segurança pública, conforme o disposto no Capítulo III do Título V da Constituição e no Título V da Constituição do Estado do Rio de Janeiro.

§ 2º O objetivo da intervenção é pôr termo a grave comprometimento da ordem pública no Estado do Rio de Janeiro.

Art. 2º Fica nomeado para o cargo de interventor o general de Exército Walter Souza Braga Netto.

Parágrafo único. O cargo de Interventor é de natureza militar.

Art. 3º As atribuições do Interventor são aquelas previstas no Art. 145 da Constituição do Estado do Rio de Janeiro necessárias às ações de segurança pública, previstas no Título V da Constituição do Estado do Rio de Janeiro.

§ 1º O interventor fica subordinado ao Presidente da República e não está sujeito às normas estaduais que conflitarem com as medidas necessárias à execução da intervenção.

§ 2º O Interventor poderá requisitar, se necessário, os recursos financeiros, tecnológicos, estruturais e humanos do Estado do Rio de Janeiro afetos ao objeto e necessários à consecução do objetivo da intervenção.

§ 3º O Interventor poderá requisitar a quaisquer órgãos, civis e militares, da administração pública federal, os meios necessários para consecução do objetivo da intervenção.

§ 4º As atribuições previstas no art. 145 da Constituição do Estado do Rio de Janeiro que não tiverem relação direta ou indireta com a segurança pública permanecerão sob a titularidade do Governador do Estado do Rio de Janeiro.

§ 5º O interventor, no âmbito do Estado do Rio de Janeiro, exercerá o controle operacional de todos os órgãos estaduais de segurança pública previstos no art. 144 da Constituição e no Título V da Constituição do Estado do Rio de Janeiro.

Art. 4º Poderão ser requisitados, durante o período da intervenção, os bens, serviços e servidores afetos às áreas da Secretaria de Estado de Segurança do Estado do Rio de Janeiro, da Secretaria de Administração Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro, para emprego nas ações de segurança pública determinadas pelo Interventor.

Art. 5º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação."

BRASÍLIA — O ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse que a intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro não dará às Forças Armadas o poder de polícia. O interventor é o general Walter Souza Braga Netto, do Comando MIlitar do Leste do Exército, com sede na cidade do Rio. Pelo decreto da intervenção, ele comandará os órgãos de segurança pública fluminenses, como a Polícia Militar, a Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros, que continuarão com suas atribuições.

— Não implica em nenhuma restrição de direitos e garantias. A ordem jurídica permanece a mesma. As Forças Armadas não detêm poder de polícia — afirmou Jungmann.

O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Pública da Presidência da República, Sérgio Etchegoyen, explicou que para realizar a votação da reforma da Previdência, o presidente Temer terá que revogar a intervenção assinada nesta sexta-feira. Entretanto, detalhou que o estado não ficará desamparado durante o período. Nesse caso, o próprio Temer terá que acionar missão de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), utilizada quando há o esgotamento das forças tradicionais de segurança pública.

O instrumento tem abrangências diferentes. De acordo com o ministro, no caso do Rio de Janeiro, as missões acionadas no governo Temer eram apenas de parceria e não implicavam na gestão do sistema de segurança do estado. Agora, ainda segundo Etchegoyen, com o novo cenário a ideia é acionar a GLO ampliada, que vai ceder "a voz de comando" às forças armadas durante a votação da reforma da Previdência.

— Na intervenção eu tenho poder de mando. Posso dividir, restruturar, agregar. Posso efetuar todos os atos de governo. Já na GLO ampliada, exerço apenas a voz de comando. Então, para dar continuidade às ações, o presidente decreta uma garantia de GLO com mais poderes e, no momento da votação, ela segura a estrutura como está - explicou o ministro, acrescentado: — Terminada a votação, retoma a intervenção com novo decreto.

Questionado se a intervenção no Rio seria um precedente para outras intervenções e, assim, poderia vir a ser uma ameaça à democracia, Etchegoyen, que é general do Exército, respondeu:

— Eu gostaria de dizer uma coisa como soldado, como militar que fui a vida inteira: as Forças Armadas jamais foram ameaça à democracia em qualquer tempo desde a redemocratização.

Braga Netto, Jungmann e Etchegoyen disseram que ainda não há detalhes de como será a intervenção.

— Eu recebi a missão agora. Vamos entrar numa fase de planejamento. Temos um relacionamento muito bom com as forças do estado. No momento não posso adiantar nada para os senhores — disse Braga Netto.

— As necessidades adicionais que aparecerem, procuraremos cumpri-las. Não há como agora antecipar como será isso. O que o cidadão poderá sentir é que haverá um sistema muito mais robusto de segurança - explicou Jungmann, acrescentando: — Não se descarta nenhum tipo de atuação. Mas como se dará isso será devidamente definido a partir de estratégias, de um plano que o general Braga Netto, em conjunto com as polícias, vai traçar. E obviamente juntamente com as Forças Armadas.

Etchegoyen também disse que o general interventor será apresentado a todas as forças de segurança do Rio.

— Ele vai tomar pé da situação para entender os rumos, decisões, prioridades que vai estabelecer — disse Etchegoyen.

General nomeado interventor diz que situação no Rio não está muito ruim
Braga Netto afirmou que há ‘muita mídia’ na situação atual
   
O general Walter Souza Braga Netto, indicado como interventor da segurança no Rio de Janeiro

Braga Neto praticamente não falou durante a entrevista. Fez apenas uma breve declaração inicial dizendo que havia acabado de chegar em Brasília e que iria iniciar o planejamento da ação agora. Quando teve perguntas direcionadas a ele, quem respondeu foi o ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Etchegoyen.

— Recebi a missão agora, vamos entrar numa fase de planejamento. Não tem nada que eu possa adiantar, vamos fazer um estudo, fortalecer a segurança no estado do Rio de Janeiro, somente isso — disse, encerrando rapidamente sua fala.

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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Facebook reduz alcance das páginas no Brasil

Infelizmente o que eu achava se comprova, o Facebook não é uma rede social e sim um programa de controle de massa, faz o que quer, implanta a censura prévia, decide o que podemos ou não postar.

O mais intrigante que nenhum Deputado ou Senador faz nada, uma vez que 



grande parte da população se tornou meio que dependente do Facebook, alguns por lazer mas muitos por trabalho.

O problema que não há liberdade no Facebook, digo liberdade de expressão, política ou filosófica, o Facebook controla com mão forte mostrando ser uma rede social ditatorial.

Desde o começo do ano, o Facebook vem diminuindo o alcance de páginas e de publicações brasileiras que considera abrigar "conteúdos de má qualidade".

Neste domingo (12), Cláudia Gurfinkel, líder de parcerias com veículos de mídia do Facebook para a América Latina, afirmou que sites com "quantidade enorme de anúncios dentro da página e pouco texto" e postagens "caça-cliques" têm seu alcance reduzido intencionalmente na plataforma.

Ela era uma das palestrantes na mesa "Plataformas, jornalismo e política" no festival 3i - Jornalismo Inovador, Inspirador e Independente, que aconteceu no Rio de Janeiro. 

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O Facebook não divulga que páginas nem que postagens tiveram seu alcance restringido - ou seja, páginas ou postagens que passaram, por meio de algoritmos, a aparecer menos no mural de notícias de cada usuário. Também não informa que páginas tiveram seu conteúdo limitado ou tampouco lhes dá direito de resposta.

Gurfinkel disse à BBC Brasil que os critérios para a redução de alcance de páginas, porém, "estão publicados e divulgados" nas plataformas de divulgação do Facebook.

A reportagem apurou que veículos de imprensa brasileiros já tiveram seu alcance diminuído na plataforma porque publicaram notícias com manchetes consideradas "caça-clique" pelo Facebook.

"Se um veículo de credibilidade estiver adotando esse tipo de prática simplesmente para conseguir clique, ele também pode sofrer algum tipo de punição", afirmou Gurfinkel.

Segundo ela, parte dos indícios são identificados por meio de "machine learning" - ação do sistema que se aprimora automaticamente a partir da identificação de um padrão de comportamento, quando há várias repetições de um mesmo tipo de postagem - e outros são identificados por meio da análise de pessoas contratadas para isso.

O Facebook também diminui o alcance de páginas que pedem curtidas por meio de posts "enganosos" - ou seja, que prometem coisas em troca de curtidas -, sites de pornografia e endereços que levam para sites "diferentes daquilo que estava sendo prometido". 

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As ações não endereçam especificamente "fake news" (notícias falsas), mas sim todas as páginas do Facebook com "conteúdos de má qualidade", segundo Gurfinkel. "Priorizamos conteúdo de boa qualidade dentro da plataforma. Queremos que a comunidade seja uma comunidade bem informada."

A empresa foi criticada pela quantidade de notícias falsas disseminadas por meio da rede durante as eleições dos Estados Unidos no ano passado.

Na época, Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, escreveu que era "improvável" que a plataforma tivesse influenciado as eleições americanas. Depois, a empresa passou a adotar uma série de medidas para coibir notícias falsas - em maio, anunciou que manchetes "caça-cliques" seriam exibidas "com menos frequência" e que isso começaria a ser testado em outros idiomas, "incluindo o português".

"Manchetes com retenção de informações são aquelas que intencionalmente deixam de fora detalhes cruciais, ou enganam as pessoas, forçando-as a clicar para descobrir a resposta (...) Já manchetes que exageram são aquelas que usam linguagem sensacionalista nos detalhes de uma história e tendem a fazer a história parecer algo maior do que realmente é", diz o comunicado. 

Alcance controlado
Na palestra deste domingo (12), Gurfinkel respondia a uma pergunta feita por Pablo Ortellado, professor do curso de Gestão de Políticas Públicas da USP (Universidade de São Paulo), que percebeu que houve diminuição no alcance de uma página política no Facebook.

Ele é coordenador de um estudo produzido pelo Monitor do Debate Político no Meio Digital, do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação da USP (GPoPAI-USP).

O grupo monitorou a evolução de mais de 200 milhões de compartilhamentos de 20 sites de abril a outubro de 2017. Só as matérias políticas foram consideradas.

A página Folha Política, que tem 1,7 milhões de seguidores no Facebook, teve uma queda vertiginosa nos compartilhamentos de suas postagens na plataforma. Em maio, os itens da página tiveram 3,3 milhões de compartilhamentos. Em outubro, esse número caiu para 37 mil. O número de publicações diminuiu de 808 a 477.

A página, de direita, publica links para sites como "Política na Rede", que não explicita seu dono nem quem são os autores dos textos curtos, publicados sem fontes jornalísticas. A BBC Brasil procurou o administrador da página na tarde desta segunda, sem sucesso.

Para Ortellado, a redução de alcance promovida pelo Facebook é tanta "que equivale a censura". "A gente pode concordar ou não que não era um site bom. Mas será que a gente quer que uma empresa defina o que deve chegar até nós?", questiona. "Uma empresa privada está decidindo o que a gente lê e o que a gente não lê."

Gurfinkel diz que "não é que essas páginas sejam eliminadas ou que desapareçam, mas passam a ter distribuição um pouco mais limitada dentro da plataforma".

Segundo o estudo, vários sites da "grande imprensa", que servem como parâmetro para a investigação, também tiveram uma redução expressiva de compartilhamentos no período, de até 50%.

A investigação considera o número de compartilhamentos medidos em cada período de um mês, e não o total de compartilhamentos das reportagens, que podem seguir sendo compartilhadas meses depois. 

Fake news
Nos Estados Unidos, o Facebook fez parcerias com empresas de checagem de notícias para identificar o que consideram ser notícias falsas. Ainda não existe essa parceria no Brasil - de acordo com Gurfinkel, isso deve ser trazido ao país "muito em breve".

Pessoa digita em computador: Facebook reduz alcance de sites com pouca qualidade
© BBC Facebook reduz alcance de sites com pouca qualidade
Nesta segunda (13), o jornal The Guardian publicou uma reportagem em que jornalistas que atuaram no projeto americano falaram anonimamente sobre o trabalho, que acreditam ter falhado. Eles reclamam da falta de estatísticas para avaliar os resultados de seu empenho para impedir a disseminação de notícias falsas.

No Brasil, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) se prepara para divulgar até dezembro um conjunto de novas regras de comportamento online para partidos e candidatos nas redes sociais durante as eleições - um dos desafios é determinar critérios objetivos para a determinação de que uma notícia ou história seja falsa.

É preciso que nossos políticos façam alguma coisa pois afinal o Facebook fatura bilhões com os brasileiros e ainda sim quer impôr seu pensamento e sua ideologia sobre nós...

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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Dilma é chamada de "ladra de merda" durante palestra em Nova York

A ex-presidente Dilma Rousseff passou por mais um constrangimento durante sua viagem aos Estados Unidos bancada pelo contribuinte brasileiro. 

A petista foi chamada de "ladra de merda" por um estudante enquanto falava na The New School, em Nova York. A es presidente Dilma Rousseff passou por mais um constrangimento em sua viahem aos Estados Unidos da América, bancada pelo povo brasileiro. 

A petista foi chamada de "Ladra de Merda" por um estudante que assistia a palestra quando ela falava nThe New School em Nova York. 

A petista discorria sobre suas teorias mirabolantes sobre o suposto golpe quando um rapaz passou bem em frente a ela e falou: "You are a fucking thief" ( Você é uma ladra de merda ) duas vezes olhando na direção dela, que ficou completamente atônita. Veja o vídeo abaixo


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quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Absurdo !!! MAM de São Paulo Erotizando Crianças em Evento Público

EXCLUSIVO: Museu de Arte Moderna de São Paulo faz evento com erotização infantil e gera revolta.

E AINDA DIZEM EM SUA PROPAGANDA QUE CRIANÇAS ABAIXO DE 10 ANOS NÃO PAGA


Está acontecendo no MAM, Museu de Arte Moderna de São Paulo, o 35° Panorama da Arte Brasileira. O evento começou no dia 26 deste mês de setembro e irá até 17 de dezembro. 


Nesta quinta-feira, 28, surgiu a primeira polêmica. Fotos e vídeos foram publicados no Instagram mostrando uma criança participando de uma “oficina”.


No site oficial do evento um texto explica do que se trata o Panorama, leia um trecho:

Reunir em uma exposição, que se pretende um Panorama da Arte Brasileira, desde a concretude da intervenção arquitetônica até a fluidez da dança, passando pelo audiovisual, pela escultura, pela fotografia e pela palavra, mais que explicitar a diversidade da cena contemporânea, em que a divisão de meios expressivos e de disciplinas parece obsoleta, busca ressaltar a multiplicidade de tempos que compõem nosso momento histórico.

O tempo do corpo que dança, da palavra escrita e da imagem projetada respondem a formas de percepção e de experiência plurais. Simultaneamente, é parte de nosso desafio articular os diferentes imaginários que se contaminam e se multiplicam no Brasil entre a cidade e a floresta, as comunidades periféricas e os centros cosmopolitas, entre o caos, a indeterminação e o mito.
As imagens e o vídeo contradizem “um pouco” o conteúdo pretendido no Panorama.



Mais informações sobre o evento:

35º Panorama da Arte Brasileira – Brasil por multiplicação
Abertura: 26 de setembro (terça-feira), a partir das 20h
Visitação: 27 de setembro a 17 de dezembro de 2017
Local: Museu de Arte Moderna de São Paulo
Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº – Parque Ibirapuera, próximo aos portões 2 e 3.
Horários: Terça a domingo, das 10h às 17h30 (com permanência até às 18h)
Tel: (11) 5085-1300
Ingresso: R$ 6. Gratuito aos sábados.

Menores de 10 e maiores de 60 anos, sócios e alunos do MAM, funcionários das empresas parceiras e museus, membros do ICOM, AICA e ABCA com identificação, agentes ambientais, da CET, GCM, PM, Metrô e funcionários da linha amarela do Metrô, CPTM, polícia civil, cobradores e motoristas de ônibus, motoristas de ônibus fretados, funcionários da SPTuris, vendedores ambulantes do parque Ibirapuera, frentistas e taxistas com identificação e até 4 acompanhantes não pagam entrada.




ALGUÉM TEM QUE TOMAR UMA PROVIDÊNCIA RÁPIDA, ANTES QUE NOSSAS CRIANÇAS SE TRANSFORMEM EM OBJETOS SEXUAIS PARA ESSES DOENTES
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quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Escola traumatiza crianças de 5 anos com “teatro transgênero”

Professora resolveu impor uma atividade que mostrava a transição de gênero de outra criança. 


Crianças do jardim de infância foram forçadas a assistir a uma encenação, na qual um menino foi inicialmente apresentado à sala com um nome masculino e, depois de ir ao banheiro, voltou com roupas de menina e foi apresentado novamente à sala de aula como tal.

Tais fatos ocorreram numa escola americana, a 'Rocklin Academy Gateway', na cidade de Sacramento (Califórnia, EUA).

O resultado imediato foi o abandono de pelo menos 73 alunos, que deixaram a escola.

Vários pais disseram que a atividade deixou seus filhos traumatizados e que não foram informados de antemão sobre a tarefa, ou seja, forçar crianças de cinco anos a fazerem uma lição sobre identidade transgênero.

Durante a atividade, a professora também leu "I'm Jazz", dedicado a ensinar sobre a ideologia de gênero, com uma linguagem infantil.

Alguns pais estão chateados porque não foram informados sobre a lição que deixou seus filhos perturbados e traumatizados. Muitas das crianças choravam enquanto perguntavam aos seus pais se elas também teriam que mudar de gênero.

Além disso, os pais ainda dizem que não sabem de tudo o que aconteceu na sala de aula, porque a professora e a coordenação da escola se recusam a contar, e o relato da coordenação difere do que vários pais dizem que seus filhos de cinco anos lhes contaram.

O fato é que a partir desse exemplo ocorrido numa escola americana, outras instituições de ensino também estão adotando a prática.

Parece que o negócio de forçar a barra e incutir na cabeça das crianças o tal conteúdo ideológico, está se alastrando.

Fonte: LifeSiteNews

Ideologia de gênero é um conjunto de ideias que surgiu com destaque em 2014 envolvendo a elaboração do Plano Nacional de Educação (PNE).

Os defensores da teoria defendem que ninguém nasce homem ou mulher, mas que cada indivíduo deve construir sua própria identidade, isto é, seu gênero, ao longo da vida.

‘Homem’ e ‘mulher’, portanto, seriam apenas papéis sociais flexíveis, que cada um representaria como e quando quisesse, independentemente do que a biologia determine como tendências masculinas e femininas (Fonte: Gazeta do Povo).

O jornalista Alexandre Garcia, como base em um apelo do presidente da Federação Americana de Pediatras, detonou a teoria.

‘Todos nascem com sexo biológico’ é a afirmação defendida por Alexandre. ‘Nascemos machos e fêmeas’. ‘É um fato biológico, não é a ideologia que marca o nosso sexo’.

veja o vídeo.



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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

General Mourão confirma que pode haver intervenção sim..

General Antonio Hamilton Martins Mourão defendeu intervenção caso crise enfrentada pelo Brasil não seja resolvida pelas instituições


Brasília - O general do Exército da ativa Antonio Hamilton Martins Mourão falou por três vezes na possibilidade de intervenção militar diante da crise enfrentada pelo País, caso a situação não seja resolvida pelas próprias instituições. A afirmação foi feita em palestra realizada na noite de sexta-feira, na Loja Maçônica Grande Oriente, em Brasília, após o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciar pela segunda vez o presidente Michel Temer por participação em organização criminosa e obstrução de justiça. Janot deixou o cargo nesta segunda-feira.

A atitude do general causou desconforto em Brasília. Oficiais-generais ouvidos pelo Estado criticaram a afirmação de Mourão, considerada desnecessária neste momento de crise.


“Ou as instituições solucionam o problema político, pela ação do Judiciário, retirando da vida pública esses elementos envolvidos em todos os ilícitos, ou então nós teremos que impor isso”, disse Mourão em palestra gravada, justificando que “desde o começo da crise o nosso comandante definiu um tripé para a atuação do Exército: legalidade, legitimidade e que o Exército não seja um fator de instabilidade”.

O general Mourão seguiu afirmando que “os Poderes terão que buscar uma solução, se não conseguirem, chegará a hora em que teremos que impor uma solução… e essa imposição não será fácil, ela trará problemas”. Por fim, acrescentou lembrando o juramento que os militares fizeram de “compromisso com a Pátria, independente de sermos aplaudidos ou não”. E encerrou: “O que interessa é termos a consciência tranquila de que fizemos o melhor e que buscamos, de qualquer maneira, atingir esse objetivo. Então, se tiver que haver haverá”.

Procurado neste domingo, Mourão explicou, no entanto, que não estava “insuflando nada” ou “pregando intervenção militar” e que a interpretação das suas palavras “é livre”. Ele afirmou que falava em seu nome, não no do Exército.

Ao Estado, o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, foi enfático e disse que “não há qualquer possibilidade” de intervenção militar. “Desde 1985 não somos responsáveis por turbulência na vida nacional e assim vai prosseguir. Além disso, o emprego nosso será sempre por iniciativa de um dos Poderes”, afirmou Villas Bôas, acrescentando que a Força defende “a manutenção da democracia, a preservação da Constituição, além da proteção das instituições”.

Depois de salientar que “internamente já foi conversado e o problema está superado”, o comandante do Exército insistiu que, qualquer emprego de Forças Armadas, será por iniciativa de um dos Poderes. No sábado, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, conversou com o comandante do Exército, que telefonou para o general Mourão para saber o que havia ocorrido. O general, então, explicou o contexto das declarações.

Polêmicas anteriores

Esta não é a primeira polêmica protagonizada pelo general Mourão, atual secretário de economia e finanças do Exército, cargo para o qual foi transferido, em outubro de 2015, quando perdeu o Comando Militar do Sul, por ter feito duras críticas à classe política e ao governo.

Antes, ele já havia desagradado ao Palácio do Planalto, ao ter atacado indiretamente a então presidente Dilma Rousseff ao ser questionado sobre o impeachment dela e responder que "a mera substituição da PR( presidente da República) não trará mudança significativa no 'status quo'" e que "a vantagem da mudança seria o descarte da incompetência, má gestão e corrupção".

Neste domingo, ao ser procurado pelo Estado, o general Mourão disse que “não está insuflando nada” e que “não defendeu (a tomada de poder pelos militares), apenas respondeu a uma pergunta”. Para o general, “se ninguém se acertar, terá de haver algum tipo de intervenção, para colocar ordem na casa”. Sobre quem faria a intervenção, se ela seria militar, ele responde que “não existe fórmula de bolo” para isso. E emendou: “Não (não é intervenção militar). Isso não é uma revolução. Não é uma tomada de poder. Não existe nada disso. É simplesmente alguém que coloque as coisas em ordem, e diga: atenção, minha gente vamos nos acertar aqui e deixar as coisas de forma que o País consiga andar e não como estamos. Foi isso que disse, mas as pessoas interpretam as coisas cada uma de sua forma. Os grupos que pedem intervenção é que estão fazendo essa onda em torno desse assunto”.

Mourão estava fardado ao fazer a palestra. Ele permanece no serviço ativo no Exército até março do ano que vem, quando passará para a reserva. O general Mourão disse ao Estado que não vai se candidatar, apesar de existir página nas redes sociais sugerindo seu nome para presidente da República. “Não. Não sou político. Sou soldado”. 

VEJA O VÍDEO


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Fonte: Folha de São Paulo..
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quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Mulher algemada se solta e foge na viatura da polícia - veja o vídeo

Um vídeo divulgado pela polícia de Lufkin, no estado americano do Texas, mostra o momento em que uma mulher detida consegue se livrar das algemas e rouba a viatura no que seria o começo de uma perseguição policial. 

Nas imagens, Toscha Sponsler, de 33 anos, aparece imobilizada no gramado depois de uma denúncia de furto. 

Os agentes prenderam as mãos da americana, colocaram o cinto de segurança e a deixaram sozinha no banco de trás do carro.

Enquanto os policiais vasculhavam a bolsa de Toscha para devolver os bens furtados, a americana tirou o cinto, escorregou as mãos pelas algemas e se enfiou pela janela de vidro que separa o banco da frente para chegar ao volante. Durante a ação, um agente chega a vistoriá-la pela janela, mas não percebe que ela já estava solta.

Os agentes só perceberam que a mulher havia se libertado quando ela deu a partida com o veículo. A perseguição policial durou 23 minutos, e os veículos chegaram a alcançar a velocidade de 160 km/h, segundo o departamento. Os policiais bateram na traseira da viatura roubada para que Toscha perdesse o controle do carro.

De acordo com a polícia, a mulher quase atropelou dois policiais de Lufkin e um conselheiro de Huntington durante a perseguição. Os agentes que dirigiram atrás dela puderam ver as tentativas de Toscha de pegar uma arma que estava trancada dentro do carro.

A americana precisou receber atendimento médico ao bater com o carro, no sábado. Ela foi levada à cadeia do condado de Angelina e teve a fiança fixada em US$ 18 mil (R$ 56 mil). Toscha vai responder pela fuga, pela ameaça de causar ferimentos graves, agressão qualificada contra um agente público, posse de substância controlada e uso da viatura sem autorização.
Veja o vídeo


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