domingo, 21 de junho de 2020

Uma Reflexão que precisamos fazer

Imagina por um momento que você teria nascido em 1900.
Quando você tem 14 anos começa a Primeira Guerra Mundial e termina quando você tem 18 com um saldo de 22 milhões de mortos.

Logo no mesmo ano aparece uma pandemia mundial, a gripe espanhola, matando 50 milhões de pessoas. E quando ela termina, você está vivo e com 20 anos.

Quando você tem 29 anos sobrevive à crise econômica mundial (conhecida como a grande depressão), que começou com o desmoronamento da Bolsa de Nova York, causando inflação, desemprego e fome.

Quando você tem 33 anos, os Nazis chegam ao poder (Adolf Hitler foi nomeado chanceler da Alemanha). 

Quando você tem 39 anos começa a Segunda Guerra Mundial e termina quando você tem 45 anos com um saldo de 60 milhões de mortos. No Holocausto morrem 6 milhões de judeus.

Quando você tem 50 anos começa a guerra da Coreia e só termina quando você tem 53 anos.

Quando você tem 55 anos começa a guerra do Vietnã e termina quando tem 75 anos.
*Nesse meio tempo, acontece o chamado "golpe militar em 1964".

Aí uma criança que nasceu em 1985 pensa que seus avós não fazem ideia do quão difícil a vida delas é, mas o que elas não sabem é que seus pais, avós e bisavós, sobreviveram a várias guerras, catástrofes e pandemias.

Hoje temos todas as comodidades e facilidades num mundo novo, de tecnologia avançada no meio de uma nova pandemia.

A gente reclama porque por várias semanas que devemos ficar confinados em nossas casas, com eletricidade, celular, comida, alguns até com água quente e um telhado seguro sobre suas cabeças. Nada disso existia em outros tempos. Mas a humanidade sobreviveu a essas circunstâncias e nunca perderam a alegria de viver.

Hoje queixamo-nos porque temos que usar máscaras para entrar nos supermercados.
Nossa geração, é manhosa, murmuradora, frágil, indolente, egoísta, reclama de mínimos detalhes e ainda se acham mais fortes que as gerações passadas...  

Precisamos ser mais justos e agradecer e valorizar nossos antepassados que sofreram dores que não sofremos e, sem os recursos que temos.


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