quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Absurdo !!! MAM de São Paulo Erotizando Crianças em Evento Público

EXCLUSIVO: Museu de Arte Moderna de São Paulo faz evento com erotização infantil e gera revolta.

E AINDA DIZEM EM SUA PROPAGANDA QUE CRIANÇAS ABAIXO DE 10 ANOS NÃO PAGA


Está acontecendo no MAM, Museu de Arte Moderna de São Paulo, o 35° Panorama da Arte Brasileira. O evento começou no dia 26 deste mês de setembro e irá até 17 de dezembro. 


Nesta quinta-feira, 28, surgiu a primeira polêmica. Fotos e vídeos foram publicados no Instagram mostrando uma criança participando de uma “oficina”.


No site oficial do evento um texto explica do que se trata o Panorama, leia um trecho:

Reunir em uma exposição, que se pretende um Panorama da Arte Brasileira, desde a concretude da intervenção arquitetônica até a fluidez da dança, passando pelo audiovisual, pela escultura, pela fotografia e pela palavra, mais que explicitar a diversidade da cena contemporânea, em que a divisão de meios expressivos e de disciplinas parece obsoleta, busca ressaltar a multiplicidade de tempos que compõem nosso momento histórico.

O tempo do corpo que dança, da palavra escrita e da imagem projetada respondem a formas de percepção e de experiência plurais. Simultaneamente, é parte de nosso desafio articular os diferentes imaginários que se contaminam e se multiplicam no Brasil entre a cidade e a floresta, as comunidades periféricas e os centros cosmopolitas, entre o caos, a indeterminação e o mito.
As imagens e o vídeo contradizem “um pouco” o conteúdo pretendido no Panorama.



Mais informações sobre o evento:

35º Panorama da Arte Brasileira – Brasil por multiplicação
Abertura: 26 de setembro (terça-feira), a partir das 20h
Visitação: 27 de setembro a 17 de dezembro de 2017
Local: Museu de Arte Moderna de São Paulo
Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº – Parque Ibirapuera, próximo aos portões 2 e 3.
Horários: Terça a domingo, das 10h às 17h30 (com permanência até às 18h)
Tel: (11) 5085-1300
Ingresso: R$ 6. Gratuito aos sábados.

Menores de 10 e maiores de 60 anos, sócios e alunos do MAM, funcionários das empresas parceiras e museus, membros do ICOM, AICA e ABCA com identificação, agentes ambientais, da CET, GCM, PM, Metrô e funcionários da linha amarela do Metrô, CPTM, polícia civil, cobradores e motoristas de ônibus, motoristas de ônibus fretados, funcionários da SPTuris, vendedores ambulantes do parque Ibirapuera, frentistas e taxistas com identificação e até 4 acompanhantes não pagam entrada.




ALGUÉM TEM QUE TOMAR UMA PROVIDÊNCIA RÁPIDA, ANTES QUE NOSSAS CRIANÇAS SE TRANSFORMEM EM OBJETOS SEXUAIS PARA ESSES DOENTES
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quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Escola traumatiza crianças de 5 anos com “teatro transgênero”

Professora resolveu impor uma atividade que mostrava a transição de gênero de outra criança. 


Crianças do jardim de infância foram forçadas a assistir a uma encenação, na qual um menino foi inicialmente apresentado à sala com um nome masculino e, depois de ir ao banheiro, voltou com roupas de menina e foi apresentado novamente à sala de aula como tal.

Tais fatos ocorreram numa escola americana, a 'Rocklin Academy Gateway', na cidade de Sacramento (Califórnia, EUA).

O resultado imediato foi o abandono de pelo menos 73 alunos, que deixaram a escola.

Vários pais disseram que a atividade deixou seus filhos traumatizados e que não foram informados de antemão sobre a tarefa, ou seja, forçar crianças de cinco anos a fazerem uma lição sobre identidade transgênero.

Durante a atividade, a professora também leu "I'm Jazz", dedicado a ensinar sobre a ideologia de gênero, com uma linguagem infantil.

Alguns pais estão chateados porque não foram informados sobre a lição que deixou seus filhos perturbados e traumatizados. Muitas das crianças choravam enquanto perguntavam aos seus pais se elas também teriam que mudar de gênero.

Além disso, os pais ainda dizem que não sabem de tudo o que aconteceu na sala de aula, porque a professora e a coordenação da escola se recusam a contar, e o relato da coordenação difere do que vários pais dizem que seus filhos de cinco anos lhes contaram.

O fato é que a partir desse exemplo ocorrido numa escola americana, outras instituições de ensino também estão adotando a prática.

Parece que o negócio de forçar a barra e incutir na cabeça das crianças o tal conteúdo ideológico, está se alastrando.

Fonte: LifeSiteNews

Ideologia de gênero é um conjunto de ideias que surgiu com destaque em 2014 envolvendo a elaboração do Plano Nacional de Educação (PNE).

Os defensores da teoria defendem que ninguém nasce homem ou mulher, mas que cada indivíduo deve construir sua própria identidade, isto é, seu gênero, ao longo da vida.

‘Homem’ e ‘mulher’, portanto, seriam apenas papéis sociais flexíveis, que cada um representaria como e quando quisesse, independentemente do que a biologia determine como tendências masculinas e femininas (Fonte: Gazeta do Povo).

O jornalista Alexandre Garcia, como base em um apelo do presidente da Federação Americana de Pediatras, detonou a teoria.

‘Todos nascem com sexo biológico’ é a afirmação defendida por Alexandre. ‘Nascemos machos e fêmeas’. ‘É um fato biológico, não é a ideologia que marca o nosso sexo’.

veja o vídeo.



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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

General Mourão confirma que pode haver intervenção sim..

General Antonio Hamilton Martins Mourão defendeu intervenção caso crise enfrentada pelo Brasil não seja resolvida pelas instituições


Brasília - O general do Exército da ativa Antonio Hamilton Martins Mourão falou por três vezes na possibilidade de intervenção militar diante da crise enfrentada pelo País, caso a situação não seja resolvida pelas próprias instituições. A afirmação foi feita em palestra realizada na noite de sexta-feira, na Loja Maçônica Grande Oriente, em Brasília, após o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciar pela segunda vez o presidente Michel Temer por participação em organização criminosa e obstrução de justiça. Janot deixou o cargo nesta segunda-feira.

A atitude do general causou desconforto em Brasília. Oficiais-generais ouvidos pelo Estado criticaram a afirmação de Mourão, considerada desnecessária neste momento de crise.


“Ou as instituições solucionam o problema político, pela ação do Judiciário, retirando da vida pública esses elementos envolvidos em todos os ilícitos, ou então nós teremos que impor isso”, disse Mourão em palestra gravada, justificando que “desde o começo da crise o nosso comandante definiu um tripé para a atuação do Exército: legalidade, legitimidade e que o Exército não seja um fator de instabilidade”.

O general Mourão seguiu afirmando que “os Poderes terão que buscar uma solução, se não conseguirem, chegará a hora em que teremos que impor uma solução… e essa imposição não será fácil, ela trará problemas”. Por fim, acrescentou lembrando o juramento que os militares fizeram de “compromisso com a Pátria, independente de sermos aplaudidos ou não”. E encerrou: “O que interessa é termos a consciência tranquila de que fizemos o melhor e que buscamos, de qualquer maneira, atingir esse objetivo. Então, se tiver que haver haverá”.

Procurado neste domingo, Mourão explicou, no entanto, que não estava “insuflando nada” ou “pregando intervenção militar” e que a interpretação das suas palavras “é livre”. Ele afirmou que falava em seu nome, não no do Exército.

Ao Estado, o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, foi enfático e disse que “não há qualquer possibilidade” de intervenção militar. “Desde 1985 não somos responsáveis por turbulência na vida nacional e assim vai prosseguir. Além disso, o emprego nosso será sempre por iniciativa de um dos Poderes”, afirmou Villas Bôas, acrescentando que a Força defende “a manutenção da democracia, a preservação da Constituição, além da proteção das instituições”.

Depois de salientar que “internamente já foi conversado e o problema está superado”, o comandante do Exército insistiu que, qualquer emprego de Forças Armadas, será por iniciativa de um dos Poderes. No sábado, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, conversou com o comandante do Exército, que telefonou para o general Mourão para saber o que havia ocorrido. O general, então, explicou o contexto das declarações.

Polêmicas anteriores

Esta não é a primeira polêmica protagonizada pelo general Mourão, atual secretário de economia e finanças do Exército, cargo para o qual foi transferido, em outubro de 2015, quando perdeu o Comando Militar do Sul, por ter feito duras críticas à classe política e ao governo.

Antes, ele já havia desagradado ao Palácio do Planalto, ao ter atacado indiretamente a então presidente Dilma Rousseff ao ser questionado sobre o impeachment dela e responder que "a mera substituição da PR( presidente da República) não trará mudança significativa no 'status quo'" e que "a vantagem da mudança seria o descarte da incompetência, má gestão e corrupção".

Neste domingo, ao ser procurado pelo Estado, o general Mourão disse que “não está insuflando nada” e que “não defendeu (a tomada de poder pelos militares), apenas respondeu a uma pergunta”. Para o general, “se ninguém se acertar, terá de haver algum tipo de intervenção, para colocar ordem na casa”. Sobre quem faria a intervenção, se ela seria militar, ele responde que “não existe fórmula de bolo” para isso. E emendou: “Não (não é intervenção militar). Isso não é uma revolução. Não é uma tomada de poder. Não existe nada disso. É simplesmente alguém que coloque as coisas em ordem, e diga: atenção, minha gente vamos nos acertar aqui e deixar as coisas de forma que o País consiga andar e não como estamos. Foi isso que disse, mas as pessoas interpretam as coisas cada uma de sua forma. Os grupos que pedem intervenção é que estão fazendo essa onda em torno desse assunto”.

Mourão estava fardado ao fazer a palestra. Ele permanece no serviço ativo no Exército até março do ano que vem, quando passará para a reserva. O general Mourão disse ao Estado que não vai se candidatar, apesar de existir página nas redes sociais sugerindo seu nome para presidente da República. “Não. Não sou político. Sou soldado”. 

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Fonte: Folha de São Paulo..
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quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Mulher algemada se solta e foge na viatura da polícia - veja o vídeo

Um vídeo divulgado pela polícia de Lufkin, no estado americano do Texas, mostra o momento em que uma mulher detida consegue se livrar das algemas e rouba a viatura no que seria o começo de uma perseguição policial. 

Nas imagens, Toscha Sponsler, de 33 anos, aparece imobilizada no gramado depois de uma denúncia de furto. 

Os agentes prenderam as mãos da americana, colocaram o cinto de segurança e a deixaram sozinha no banco de trás do carro.

Enquanto os policiais vasculhavam a bolsa de Toscha para devolver os bens furtados, a americana tirou o cinto, escorregou as mãos pelas algemas e se enfiou pela janela de vidro que separa o banco da frente para chegar ao volante. Durante a ação, um agente chega a vistoriá-la pela janela, mas não percebe que ela já estava solta.

Os agentes só perceberam que a mulher havia se libertado quando ela deu a partida com o veículo. A perseguição policial durou 23 minutos, e os veículos chegaram a alcançar a velocidade de 160 km/h, segundo o departamento. Os policiais bateram na traseira da viatura roubada para que Toscha perdesse o controle do carro.

De acordo com a polícia, a mulher quase atropelou dois policiais de Lufkin e um conselheiro de Huntington durante a perseguição. Os agentes que dirigiram atrás dela puderam ver as tentativas de Toscha de pegar uma arma que estava trancada dentro do carro.

A americana precisou receber atendimento médico ao bater com o carro, no sábado. Ela foi levada à cadeia do condado de Angelina e teve a fiança fixada em US$ 18 mil (R$ 56 mil). Toscha vai responder pela fuga, pela ameaça de causar ferimentos graves, agressão qualificada contra um agente público, posse de substância controlada e uso da viatura sem autorização.
Veja o vídeo


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Mulher é presa com 5kg de cocaína na Rodoviária Novo Rio - veja o vídeo

Jovem estava levando droga para Belo Horizonte


Uma mulher foi presa com 5,12kg de cocaína na Rodoviária Novo Rio nesta terça-feira. 

De acordo com a PM, Ceuames Mardelle Evelyn Leite de Jesus, de 23 anos, estava levando a droga do Rio para abastecer o tráfico em uma comunidade de Belo Horizonte, em Minas Gerais.


Os policiais do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE) encontraram os cinco tabletes de cocaína estavam escondidos dentro de uma mochila. 

A jovem foi levada para a Cidade da Polícia, onde a ocorrência foi registrada.



Veja o vídeo



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