segunda-feira, 18 de setembro de 2017

General Mourão confirma que pode haver intervenção sim..

General Antonio Hamilton Martins Mourão defendeu intervenção caso crise enfrentada pelo Brasil não seja resolvida pelas instituições


Brasília - O general do Exército da ativa Antonio Hamilton Martins Mourão falou por três vezes na possibilidade de intervenção militar diante da crise enfrentada pelo País, caso a situação não seja resolvida pelas próprias instituições. A afirmação foi feita em palestra realizada na noite de sexta-feira, na Loja Maçônica Grande Oriente, em Brasília, após o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciar pela segunda vez o presidente Michel Temer por participação em organização criminosa e obstrução de justiça. Janot deixou o cargo nesta segunda-feira.

A atitude do general causou desconforto em Brasília. Oficiais-generais ouvidos pelo Estado criticaram a afirmação de Mourão, considerada desnecessária neste momento de crise.



“Ou as instituições solucionam o problema político, pela ação do Judiciário, retirando da vida pública esses elementos envolvidos em todos os ilícitos, ou então nós teremos que impor isso”, disse Mourão em palestra gravada, justificando que “desde o começo da crise o nosso comandante definiu um tripé para a atuação do Exército: legalidade, legitimidade e que o Exército não seja um fator de instabilidade”.

O general Mourão seguiu afirmando que “os Poderes terão que buscar uma solução, se não conseguirem, chegará a hora em que teremos que impor uma solução… e essa imposição não será fácil, ela trará problemas”. Por fim, acrescentou lembrando o juramento que os militares fizeram de “compromisso com a Pátria, independente de sermos aplaudidos ou não”. E encerrou: “O que interessa é termos a consciência tranquila de que fizemos o melhor e que buscamos, de qualquer maneira, atingir esse objetivo. Então, se tiver que haver haverá”.

Procurado neste domingo, Mourão explicou, no entanto, que não estava “insuflando nada” ou “pregando intervenção militar” e que a interpretação das suas palavras “é livre”. Ele afirmou que falava em seu nome, não no do Exército.

Ao Estado, o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, foi enfático e disse que “não há qualquer possibilidade” de intervenção militar. “Desde 1985 não somos responsáveis por turbulência na vida nacional e assim vai prosseguir. Além disso, o emprego nosso será sempre por iniciativa de um dos Poderes”, afirmou Villas Bôas, acrescentando que a Força defende “a manutenção da democracia, a preservação da Constituição, além da proteção das instituições”.

Depois de salientar que “internamente já foi conversado e o problema está superado”, o comandante do Exército insistiu que, qualquer emprego de Forças Armadas, será por iniciativa de um dos Poderes. No sábado, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, conversou com o comandante do Exército, que telefonou para o general Mourão para saber o que havia ocorrido. O general, então, explicou o contexto das declarações.

Polêmicas anteriores

Esta não é a primeira polêmica protagonizada pelo general Mourão, atual secretário de economia e finanças do Exército, cargo para o qual foi transferido, em outubro de 2015, quando perdeu o Comando Militar do Sul, por ter feito duras críticas à classe política e ao governo.

Antes, ele já havia desagradado ao Palácio do Planalto, ao ter atacado indiretamente a então presidente Dilma Rousseff ao ser questionado sobre o impeachment dela e responder que "a mera substituição da PR( presidente da República) não trará mudança significativa no 'status quo'" e que "a vantagem da mudança seria o descarte da incompetência, má gestão e corrupção".

Neste domingo, ao ser procurado pelo Estado, o general Mourão disse que “não está insuflando nada” e que “não defendeu (a tomada de poder pelos militares), apenas respondeu a uma pergunta”. Para o general, “se ninguém se acertar, terá de haver algum tipo de intervenção, para colocar ordem na casa”. Sobre quem faria a intervenção, se ela seria militar, ele responde que “não existe fórmula de bolo” para isso. E emendou: “Não (não é intervenção militar). Isso não é uma revolução. Não é uma tomada de poder. Não existe nada disso. É simplesmente alguém que coloque as coisas em ordem, e diga: atenção, minha gente vamos nos acertar aqui e deixar as coisas de forma que o País consiga andar e não como estamos. Foi isso que disse, mas as pessoas interpretam as coisas cada uma de sua forma. Os grupos que pedem intervenção é que estão fazendo essa onda em torno desse assunto”.

Mourão estava fardado ao fazer a palestra. Ele permanece no serviço ativo no Exército até março do ano que vem, quando passará para a reserva. O general Mourão disse ao Estado que não vai se candidatar, apesar de existir página nas redes sociais sugerindo seu nome para presidente da República. “Não. Não sou político. Sou soldado”. 

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Fonte: Folha de São Paulo..
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quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Mulher algemada se solta e foge na viatura da polícia - veja o vídeo

Um vídeo divulgado pela polícia de Lufkin, no estado americano do Texas, mostra o momento em que uma mulher detida consegue se livrar das algemas e rouba a viatura no que seria o começo de uma perseguição policial. 

Nas imagens, Toscha Sponsler, de 33 anos, aparece imobilizada no gramado depois de uma denúncia de furto. 

Os agentes prenderam as mãos da americana, colocaram o cinto de segurança e a deixaram sozinha no banco de trás do carro.

Enquanto os policiais vasculhavam a bolsa de Toscha para devolver os bens furtados, a americana tirou o cinto, escorregou as mãos pelas algemas e se enfiou pela janela de vidro que separa o banco da frente para chegar ao volante. Durante a ação, um agente chega a vistoriá-la pela janela, mas não percebe que ela já estava solta.

Os agentes só perceberam que a mulher havia se libertado quando ela deu a partida com o veículo. A perseguição policial durou 23 minutos, e os veículos chegaram a alcançar a velocidade de 160 km/h, segundo o departamento. Os policiais bateram na traseira da viatura roubada para que Toscha perdesse o controle do carro.

De acordo com a polícia, a mulher quase atropelou dois policiais de Lufkin e um conselheiro de Huntington durante a perseguição. Os agentes que dirigiram atrás dela puderam ver as tentativas de Toscha de pegar uma arma que estava trancada dentro do carro.

A americana precisou receber atendimento médico ao bater com o carro, no sábado. Ela foi levada à cadeia do condado de Angelina e teve a fiança fixada em US$ 18 mil (R$ 56 mil). Toscha vai responder pela fuga, pela ameaça de causar ferimentos graves, agressão qualificada contra um agente público, posse de substância controlada e uso da viatura sem autorização.
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Mulher é presa com 5kg de cocaína na Rodoviária Novo Rio - veja o vídeo

Jovem estava levando droga para Belo Horizonte


Uma mulher foi presa com 5,12kg de cocaína na Rodoviária Novo Rio nesta terça-feira. 

De acordo com a PM, Ceuames Mardelle Evelyn Leite de Jesus, de 23 anos, estava levando a droga do Rio para abastecer o tráfico em uma comunidade de Belo Horizonte, em Minas Gerais.


Os policiais do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE) encontraram os cinco tabletes de cocaína estavam escondidos dentro de uma mochila. 

A jovem foi levada para a Cidade da Polícia, onde a ocorrência foi registrada.



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